A dor no quadril pode começar discreta e, com o tempo, passar a interferir em movimentos simples: caminhar, subir escadas, levantar da cadeira, entrar no carro ou até dormir confortavelmente.
Quando essa limitação aumenta, a prótese de quadril pode entrar na avaliação. Na Clínica Forti, no Ipiranga, a decisão considera sintomas, exames, histórico, tratamentos já realizados e, principalmente, o quanto o problema afeta a mobilidade e a independência do paciente.
Quando a dor no quadril começa a limitar sua mobilidade
O quadril participa de praticamente todos os movimentos de sustentação e deslocamento do corpo. Por isso, quando a articulação está comprometida, a rotina costuma sentir.
Além da dor, podem aparecer rigidez, dificuldade para calçar sapatos, redução da distância que a pessoa consegue caminhar e desconforto ao permanecer muito tempo em pé. Se essas limitações se tornam frequentes, é importante investigar a causa e avaliar as possibilidades de tratamento.
O que é a prótese de quadril e quando ela entra na avaliação
A prótese de quadril, ou artroplastia de quadril, é uma cirurgia em que as partes danificadas da articulação são substituídas por componentes artificiais.
O procedimento pode ser indicado quando existe um comprometimento importante da articulação e outros tratamentos já não oferecem controle suficiente dos sintomas.
A presença de desgaste em um exame, porém, não define sozinha a necessidade de cirurgia. A indicação depende da relação entre a alteração encontrada, os sintomas e a limitação vivida pelo paciente.
Artrose no quadril: sinais que podem indicar avaliação cirúrgica
A artrose é uma das condições que podem levar à cirurgia de prótese de quadril. A avaliação cirúrgica pode ser considerada diante de situações como:
- Desgaste articular avançado;
- Dor persistente;
- Rigidez do quadril;
- Dificuldade para caminhar;
- Limitação para subir e descer escadas;
- Dor ao levantar da cadeira;
- Perda de independência nas atividades diárias;
- Pouca resposta aos tratamentos conservadores.
Nenhum desses fatores deve ser analisado isoladamente. A indicação da cirurgia precisa ser individualizada e discutida com o ortopedista.
Como a Clínica Forti avalia a necessidade de prótese de quadril
A consulta começa pela história dos sintomas. O médico procura entender onde dói, há quanto tempo, quais movimentos estão limitados e como o problema interfere no trabalho, no lazer e nas tarefas do dia a dia.
O exame físico avalia mobilidade, força, marcha e outros sinais importantes. Radiografias costumam fazer parte da investigação, enquanto outros exames podem ser solicitados conforme a necessidade.
A Clínica Forti conta com especialistas em Quadril, além de uma Equipe Médica integrada para acompanhar diferentes condições ortopédicas.
Tratamentos antes da prótese: quando ainda podem ser considerados
Nem todo paciente com artrose no quadril precisa partir diretamente para a cirurgia. Dependendo da intensidade dos sintomas e do estágio da doença, fisioterapia, fortalecimento muscular, adaptação das atividades e medidas para controle da dor podem continuar sendo úteis.
Alguns pacientes também podem ter indicação de infiltração, sempre de acordo com avaliação médica.
Quando essas estratégias deixam de proporcionar uma melhora suficiente e a perda de mobilidade passa a pesar cada vez mais na rotina, a prótese pode ser discutida como uma alternativa.
Preparo e recuperação após a prótese de quadril
Antes da cirurgia, são feitas as avaliações pré-operatórias e o planejamento do procedimento. O paciente também recebe orientações sobre os primeiros dias após a operação e sobre a reabilitação.
A recuperação é progressiva. Caminhar, recuperar força e retomar as atividades fazem parte de um processo que varia conforme idade, condição clínica e evolução individual.
A fisioterapia pode participar desse período, ajudando na recuperação da mobilidade, da força e da segurança para voltar às atividades.