Quando uma criança reclama de dor, começa a andar diferente ou parece “desajeitada” para a idade, é normal que a família fique em dúvida: é fase? É crescimento? É algo que precisa de avaliação? A ortopedia pediátrica existe justamente para olhar com atenção para o desenvolvimento ósseo e muscular na infância, com calma, sem pressa e sem sustos.

Na Clínica Forti, no Ipiranga (São Paulo), o atendimento de ortopedista infantil é feito com foco em acolhimento e orientação clara para pais e responsáveis. A consulta busca entender o que está acontecendo, observar a marcha, avaliar postura, investigar dores e, quando necessário, indicar tratamento e acompanhamento de forma gradual. O objetivo é cuidar do movimento da criança hoje, pensando também no desenvolvimento saudável ao longo dos próximos anos.

Um ambiente preparado para crianças

A experiência da criança no consultório importa, e muito. Por isso, a Clínica Forti foi estruturada para que a consulta de ortopedia pediátrica seja mais leve, sem clima de “lugar assustador”. A clínica conta com brinquedoteca e um espaço kids, o que ajuda a reduzir ansiedade e deixa tudo mais natural desde a chegada.

Além do ambiente acolhedor, a forma de conduzir a consulta também faz diferença: o atendimento é pensado para a criança se sentir segura, com explicações simples, abordagem cuidadosa e tempo para a avaliação acontecer com tranquilidade. Para os pais, isso significa mais clareza e menos insegurança na hora de entender diagnóstico, condutas e próximos passos.

Equipe Médica

A ortopedia pediátrica da Clínica Forti é conduzida por profissionais com experiência em desenvolvimento infantil, com olhar específico para cada fase, do bebê à adolescência.

  • Dra. Natasha (CRM 150318)

A clínica orienta cada caso de forma individual, sempre respeitando a idade da criança, o histórico e o impacto da queixa no dia a dia: andar, correr, brincar, sentar, levantar e praticar esportes.

Conheça a equipe médica

Tratamentos Especializados

A infância é uma fase de mudanças constantes, e por isso algumas condições são comuns e, na maioria das vezes, têm caminhos de cuidado bem definidos quando avaliadas com o profissional certo. Na Clínica Forti, o atendimento de médico ortopedista infantil inclui avaliação e acompanhamento de condições como:

Pé torto congênito (Método Ponseti)

Pé torto congênito (Método Ponseti)

Condição presente desde o nascimento, que costuma exigir acompanhamento estruturado e orientações específicas para correção e desenvolvimento saudável.

Pé chato e alterações na marcha

Pé chato e alterações na marcha

Nem todo pé chato precisa de intervenção, mas algumas alterações merecem avaliação, especialmente quando há dor, quedas frequentes ou dificuldade para acompanhar a rotina.

Displasia do desenvolvimento do quadril

Displasia do desenvolvimento do quadril

Quanto mais cedo identificada, melhor costuma ser o direcionamento de cuidado. Por isso, avaliação de quadril em fases iniciais pode ser importante.

Dores de crescimento e postura

Dores de crescimento e postura

Queixas comuns na infância e adolescência, principalmente quando a criança cresce rápido, muda rotina, pratica esportes ou passa muitas horas sentada.

A clínica também orienta sobre sinais de alerta e sobre o que pode ser observado em casa: assimetria, diferença de apoio, mancar, recusa para brincar, dor recorrente após atividade e mudanças persistentes na forma de caminhar.

Perguntas Frequentes sobre Ortopedia Pediátrica

Desde recém-nascido, especialmente para avaliação de quadril e pezinhos, ou a qualquer sinal de alteração na marcha. Se a família percebe que a criança anda “torto”, cai demais, reclama de dor ou evita apoiar um lado, vale investigar.

Na maioria dos casos, sim, com orientação adequada. O exercício costuma fazer parte do cuidado e pode ser adaptado conforme a queixa. A avaliação define o que a criança pode fazer com segurança e quais ajustes ajudam a evitar dor e piora do quadro.

O excesso de peso pode causar dores nas costas e piorar a postura, especialmente quando a mochila é carregada de forma inadequada. Não significa que toda criança vai desenvolver escoliose por isso, mas é um motivo comum para avaliação quando há dor e assimetria.

Quando houver dor, quedas frequentes, assimetria, mancar ou dificuldade persistente ao caminhar. Mudanças passageiras podem acontecer, mas quando o padrão se repete ou interfere na rotina, a avaliação com ortopedista infantil ajuda a esclarecer e orientar.