A mão é o “centro de comando” do dia a dia. Ela está em tudo: digitar, cozinhar, segurar o celular, dirigir, carregar sacolas, abrir um pote, brincar com uma criança, trabalhar. Quando surge dor, formigamento ou travamento, a sensação é de que a rotina inteira fica mais difícil e, muitas vezes, o paciente tenta “empurrar com a barriga” até o incômodo virar limitação de verdade.

Na Clínica Forti, no Ipiranga (São Paulo), o atendimento com ortopedista de mão e punho é voltado para diagnóstico e tratamento de dores, formigamentos e travamentos em dedos e punhos. O objetivo é recuperar a função com clareza, sem exagero e sem pressa: avaliar bem, orientar melhor e conduzir o tratamento de forma segura, com foco em conforto e autonomia.

Recupere a função das suas mãos

Dor no punho ou na mão nem sempre começa “grande”. Às vezes é um formigamento leve à noite. Às vezes é um dedo que prende ao dobrar. Em outros casos, é um desconforto que aparece ao usar o mouse, segurar peso ou fazer movimentos repetitivos no trabalho. O ponto é que mão e punho são estruturas delicadas e muito exigidas, então sintomas persistentes merecem avaliação.

Na Clínica Forti, o atendimento busca entender onde dói, quando piora e o que a pessoa está perdendo na prática: força, firmeza, coordenação, amplitude de movimento. A partir disso, o médico orienta o melhor caminho, que pode incluir mudanças de hábito, uso de órteses, fisioterapia e, quando indicado, procedimentos. O cuidado é individual, não “de prateleira”.

Equipe Médica

O atendimento na Clínica Forti é realizado por:

  • Dra. Ana (CRM 135936)
  • Dr. Marcos Yoshio Yano (CRM 117456)

A clínica conta com equipe e estrutura para conduzir o tratamento de forma organizada, com orientação clara para cada etapa. Isso é especialmente importante em mão e punho, porque pequenos detalhes mudam tudo: localização do formigamento, horários de dor, travamentos, perda de força e padrões de repetição no dia a dia.

Conheça a equipe médica

O que tratamos

A Ortopedia de Mão e Punho na Clínica Forti atende condições comuns que causam dor, limitação e perda de qualidade de vida. Entre as principais, estão:

Síndrome do Túnel do Carpo (formigamento)

Síndrome do Túnel do Carpo (formigamento)

Um dos quadros mais frequentes, geralmente com formigamento noturno, dormência, sensação de choque ou fraqueza para segurar objetos.

Dedo em gatilho

Dedo em gatilho

Quando o dedo “trava” ao abrir e fechar, às vezes com estalo e dor na base do dedo. Pode começar leve e evoluir se não for tratado.

Cisto sinovial

Cisto sinovial

Uma “bolinha” no punho ou na mão que pode ser apenas estética ou causar dor e limitação, principalmente em determinados movimentos.

Rizartrose (artrose do polegar)

Rizartrose (artrose do polegar)

Dor na base do polegar, que piora para abrir potes, torcer panos e fazer pinça. É comum em adultos e pode limitar tarefas simples.

Tendinite de De Quervain

Tendinite de De Quervain

Dor na lateral do punho, próxima ao polegar, que piora ao segurar peso, pegar bebê no colo ou fazer movimentos repetitivos.

O cuidado começa com diagnóstico bem feito e orientação clara. Em muitos casos, a melhora vem com medidas conservadoras e reabilitação direcionada. Quando o quadro está mais avançado, a clínica orienta procedimentos com critério, explicando vantagens, limites e expectativas com transparência.

Perguntas Frequentes sobre Ortopedia Mão e Punho

Esse é um sintoma clássico da Síndrome do Túnel do Carpo. O formigamento pode piorar durante o sono por posição do punho e compressão do nervo. O uso de órteses noturnas pode ajudar em alguns casos, mas a avaliação médica é importante para confirmar o diagnóstico, entender a gravidade e evitar piora com o tempo.

Em fases iniciais, muitos casos podem melhorar com tratamento conservador, como infiltrações e fisioterapia, além de ajustes de atividade. Em casos mais travados ou persistentes, um procedimento simples de liberação pode ser indicado. A decisão depende do grau de travamento, do tempo de sintomas e do impacto na rotina.

Nem sempre. Se não causar dor e não limitar o movimento, o cisto sinovial pode ser apenas observado. Quando dói, incomoda ou atrapalha a função, o ortopedista pode indicar condutas como aspiração ou retirada, de acordo com o caso. A avaliação define o melhor caminho e evita decisões precipitadas.