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Depois de uma torção no joelho, algumas pessoas percebem que a articulação já não transmite a mesma segurança de antes. O joelho pode falsear, parecer instável ou limitar movimentos que até então faziam parte da rotina.

Na Clínica Forti, no Ipiranga, a avaliação para cirurgia do ligamento cruzado anterior considera os sintomas, o exame físico, os exames de imagem, o histórico da lesão, os tratamentos já realizados e aquilo que o paciente deseja voltar a fazer com segurança.

Joelho falseando ou instável: pode ser lesão do LCA?

O ligamento cruzado anterior, conhecido como LCA, é uma das estruturas responsáveis pela estabilidade do joelho. A lesão costuma acontecer em movimentos de torção, mudanças bruscas de direção ou aterrissagens, sendo frequente durante a prática esportiva.

Algumas pessoas sentem um estalo no momento da lesão, seguido de dor e inchaço. Depois da fase inicial, a sensação de falseio ou insegurança em determinados movimentos pode se tornar o principal incômodo.

Esses sintomas levantam a suspeita de lesão do LCA, mas o diagnóstico precisa ser confirmado por avaliação médica.

O que é a cirurgia do ligamento cruzado anterior

Quando a cirurgia é indicada, o procedimento geralmente envolve a reconstrução do ligamento lesionado. Para isso, utiliza-se um enxerto de tecido para substituir a função do LCA e recuperar a estabilidade do joelho.

A cirurgia costuma ser realizada por técnica artroscópica, com pequenas incisões e visualização do interior da articulação por uma câmera.

A escolha do enxerto e o planejamento da reconstrução dependem das características do paciente, do tipo de atividade que realiza e de possíveis lesões associadas.

Quando a reconstrução do LCA pode entrar na avaliação

Nem toda ruptura do LCA significa que a cirurgia será necessária. A reconstrução pode ser considerada principalmente quando existe:

  • Instabilidade no joelho;
  • Episódios de falseio;
  • Lesão relacionada à prática esportiva;
  • Torções recorrentes;
  • Lesões associadas, como alterações no menisco;
  • Intenção de retornar a atividades que exigem giros e mudanças de direção;
  • Impacto funcional importante na rotina.

A decisão é individual. Idade, nível de atividade, estabilidade do joelho e objetivos do paciente fazem parte da indicação cirúrgica.

Como a Clínica Forti avalia uma lesão do LCA

A consulta procura reconstruir a história da lesão: como aconteceu, quais sintomas surgiram e em quais situações o joelho demonstra instabilidade.

O exame físico permite testar a estabilidade da articulação. A ressonância magnética pode ajudar a confirmar a lesão e identificar alterações associadas.

Na Clínica Forti, o paciente pode ser acompanhado por especialistas em Joelho, com suporte da Equipe Médica e acesso a outras áreas da ortopedia quando necessário.

Reabilitação antes da cirurgia: quando ela pode ser necessária

A fisioterapia pode começar antes mesmo da definição cirúrgica. Reduzir o inchaço, recuperar a amplitude de movimento e fortalecer a musculatura são medidas importantes para melhorar as condições do joelho.

Em alguns pacientes, o tratamento não cirúrgico também pode oferecer estabilidade suficiente para as atividades que realizam.

Por isso, a resposta à reabilitação faz parte da avaliação e ajuda a definir se a reconstrução do LCA é realmente necessária.

Preparo e recuperação após a cirurgia do LCA

A recuperação começa com controle da dor e do inchaço, proteção do joelho e retomada progressiva dos movimentos. A fisioterapia acompanha diferentes etapas, do fortalecimento inicial à recuperação de equilíbrio, coordenação e controle muscular.

O retorno à corrida e aos esportes não depende apenas do tempo desde a cirurgia. Força, estabilidade, desempenho nos testes funcionais e evolução individual também precisam ser considerados antes da liberação.

Perguntas Frequentes sobre Cirurgia do Ligamento Cruzado Anterior

A lesão do LCA costuma trazer dúvidas principalmente sobre cirurgia, fisioterapia e retorno às atividades.

Pode ser. A sensação de falseio é comum em joelhos com deficiência do ligamento cruzado anterior, mas outras alterações também podem causar instabilidade. O diagnóstico depende da avaliação ortopédica.

Não. Alguns pacientes podem ser tratados sem cirurgia, dependendo da estabilidade do joelho, das atividades que realizam e de seus objetivos.

Em determinados casos, sim. A fisioterapia pode melhorar força e controle do joelho. Quando a instabilidade persiste ou as exigências funcionais são maiores, a cirurgia pode ser considerada.

O tempo varia de acordo com a recuperação. A liberação deve considerar não apenas os meses após a cirurgia, mas também força, estabilidade, controle do movimento e testes funcionais.

Sim. Uma torção que rompe o LCA também pode atingir o menisco ou outras estruturas do joelho. Por isso, a investigação deve avaliar toda a articulação.