Dor no pé ou no tornozelo parece “pequena” só até começar a atrapalhar a vida. Um incômodo no calcanhar muda o jeito de andar. Um tornozelo que vive virando dá medo de apoiar o peso. Um joanete que incomoda no sapato vira um problema diário. E quando a pessoa percebe, já está adaptando a rotina inteira para evitar dor.

Na Clínica Forti, no Ipiranga (São Paulo), o atendimento com ortopedista pé e tornozelo é voltado para diagnóstico preciso e tratamento bem direcionado para dores na planta do pé, calcanhar, instabilidade do tornozelo e deformidades dos dedos. A ideia é simples: ajudar o paciente a voltar a caminhar com mais conforto, segurança e confiança.

Caminhe sem dor

Pé e tornozelo sustentam o corpo o tempo todo. Qualquer alteração, como inflamação, sobrecarga, desequilíbrio na marcha ou instabilidade, pode gerar dor que se espalha e acaba afetando joelho, quadril e até a coluna. Por isso, quando o incômodo fica frequente, a avaliação especializada faz diferença.

Na Clínica Forti, o cuidado começa pela escuta e por um exame físico bem feito. A avaliação considera onde dói, quando dói e o que piora: no primeiro passo de manhã, após ficar muito tempo em pé, depois de atividade física, ao usar determinados calçados ou ao apoiar o peso. A partir daí, o tratamento é pensado de forma individual, com foco em recuperar função, evitar piora e manter qualidade de vida.

Equipe Médica

O atendimento na Clínica Forti é realizado por:

  • Dr. Bruno (CRM 165544)
  • Dr. Álvaro Diego (CRM 174921) — com fellowship e experiência internacional nos EUA.

Ter uma equipe dedicada a essa área é importante porque muitas queixas no pé e tornozelo são “enganosas”: o paciente sente no calcanhar, mas o problema pode estar na forma de pisar; sente no tornozelo, mas a instabilidade pode ter relação com ligamentos e fortalecimento. O olhar especializado ajuda a evitar tratamentos genéricos e a direcionar condutas com mais precisão.

Conheça a equipe médica

Principais condições tratadas

A Ortopedia de Pé e Tornozelo na Clínica Forti acompanha e trata condições comuns que afetam a marcha e a rotina do paciente, como:

Fascite plantar e esporão de calcâneo

Fascite plantar e esporão de calcâneo

Dor na sola do pé, principalmente no calcanhar, muitas vezes pior ao acordar e dar os primeiros passos.

Joanete (hálux valgo)

Joanete (hálux valgo)

Deformidade do dedão que pode gerar dor, dificuldade para calçar sapatos e piora progressiva do desvio.

Entorses de tornozelo

Entorses de tornozelo

Torções que podem ser isoladas ou recorrentes, com risco de instabilidade crônica quando repetem com frequência.

Tendinite de Aquiles

Tendinite de Aquiles

Dor e inflamação na região do tendão, geralmente relacionada a sobrecarga, mudanças de treino ou alterações biomecânicas.

Além de tratar dor, o objetivo é devolver estabilidade e confiança para caminhar. Em muitos casos, a melhora vem de um conjunto: ajustes de calçado, orientações de carga, fisioterapia, fortalecimento, medidas para reduzir inflamação e, quando indicado, procedimentos. Tudo depende da avaliação e do perfil do paciente.

Perguntas Frequentes sobre Ortopedia Pé e Tornozelo

Existem técnicas minimamente invasivas (percutâneas), realizadas com pequenas incisões, que podem permitir recuperação mais rápida e melhor resultado estético, dependendo do caso. A indicação varia conforme o grau do joanete e a estrutura do pé. A avaliação define qual técnica faz sentido e quais expectativas são realistas.

Em muitos casos, o tratamento envolve uma combinação de medidas: alongamento, ajuste de calçados, fisioterapia e, quando indicado, infiltração ou terapia para controle de dor. O “esporão” costuma ser uma consequência do estresse local, então o cuidado tende a focar em reduzir sobrecarga e inflamação e melhorar a mecânica da pisada.

Entorses de repetição podem causar instabilidade crônica do tornozelo. Quando isso acontece, é importante avaliar ligamentos, padrão de marcha e força muscular, porque muitas vezes o tornozelo precisa de fortalecimento e reabilitação específica e, em alguns casos, de investigação mais detalhada para definir se há necessidade de reparo ligamentar. O ideal é não “normalizar” a torção frequente.